Timbó: Figueira do Hospital Oase secou e será retirada

21/01/2015 10h05

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Timbó: Figueira do Hospital Oase secou e será retirada

A figueira que está localizada em frente ao Hospital e Maternidade Oase, há quase 100 anos, será retirada, pois secou. De acordo com informações da diretora do Meio Ambiente da Prefeitura de Timbó, Sandra Regina Batista, após um galho da figueira, na manhã de ontem, dia 19 de janeiro, cair sobre um caminhão baú que passava, sendo necessário o corte do mesmo, constatou-se que a figueira está seca e precisa ser retirada.


Na manhã de hoje, Sandra juntamente com um técnico do setor, esteve verificando in loco a real situação da figueira, onde constatou- se que, provavelmente, a intervenção que a figueira sofreu, em 2013, para a retirada total das epífitas que estavam em todos os seus galhos e ramos, onde não se sabe como foi realizada a retirada na época e qual o nível de intervenção nos galhos e ramos. A diretora do Meio Ambiente, frisa que vale lembrar que o floema (tecido das plantas vasculares encarregadas de levar a seiva elaborada pelo caule até galhos, ramos e raiz) se localiza na parte superficial dos galhos das árvores e se danificado, impossibilita a condução de seiva na planta. Assim sendo, com a constatação que a árvore está seca e oferece risco a mesma será cortada.


A árvore foi adotada, em 2013, pelo timboense Dorival Claudino, que tem por hobby cultivar orquídeas em troncos de árvore. Na época, o seu trabalho voluntário foi matéria do Jornal do Médio Vale, na data de 30 de outubro de 2012, ocasião em que ele afirmou que o seu maior sonho era o de cuidar da figueira que encontra-se plantada em frente ao Hospital e Maternidade Oase, que após o consentimento do Conselho Diretor e da direção da Oaset tornou-se responsável pela figueira. Com o seu trabalho, Dorival implantou além das orquídeas e demais flores no tronco da figueira, uma cerca e um portão que ficava fechado a cadeado, sendo que somente ele tinha acesso ao tronco da árvore. Agora que a mesma está seca, Claudino afirmou à responsável do Meio Ambiente que a figueira foi envenenada. Sandra após verificar o tronco e todo o espaço onde a figueira se encontra, cujo portão teve que ser rebentado pelos Bombeiros, na tarde de segunda-feira, dia 19, para fazer o corte do galho que encontrava-se sobre o caminhão, afirma que não encontrou nenhum indício de envenenamento.

 


A direção do Instituto Vida, administradora do Hospital e Maternidade Oase, está contratando um biólogo para avaliar a causa da morte da figueira para sanar todas as dúvidas, em relação ao ocorrido. 

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